De acordo com as Leis 12.965/2014 e 13.709/2018, que regulam o uso da Internet e o tratamento de dados pessoais no Brasil, ao me inscrever na newsletter do portal DICAS-L, autorizo o envio de notificações por e-mail ou outros meios e declaro estar ciente e concordar com seus Termos de Uso e Política de Privacidade.
Quando pensamos em software hoje, imaginamos algo dinâmico, mutável, em constante evolução. Publicamos uma versão, corrigimos na seguinte, ajustamos em produção, refinamos continuamente. Existe uma espécie de conforto implícito nessa flexibilidade: se algo der errado, sempre haverá uma oportunidade de corrigir depois.
No Projeto Apollo, essa lógica simplesmente não se aplicava. O software que guiaria uma nave até a Lua precisava nascer pronto. E é aqui que entramos em um dos aspectos mais fascinantes de toda a engenharia da missão: a forma como o código era armazenado.
Este é o terceiro artigo da série sobre o Projeto Apollo e o software que tornou possível levar o homem à Lua. Para entender o nível de compromisso exigido naquela época, é preciso olhar para dentro do Apollo Guidance Computer e compreender como o software realmente existia ali.