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<title>Dicas-L: Filosofia Digital</title>
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<description>Dicas-L: Filosofia Digital</description>
<language>pt-br</language>
<lastBuildDate>Mon, 05 May 2008 13:53:22 -0300</lastBuildDate>
<copyright>Creative Commons, http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.0/br/deed.pt</copyright>
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<title>Dicas-L</title>
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<title>Um Cruzeiro Solitário</title>
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"Um Cruzeiro Solitário" traça uma breve análise do futuro das plataformas
móveis de informação e das possíveis alternativas ao sistema do iPhone.


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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20080505.php</link>
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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20080503.php</link>
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<title>Nação Fraterna</title>
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A coluna Filosofia Digital propõe uma reflexão a respeito dos ideais
nacionais e analisa o papel de outras nações no cenário democrático e
cultural internacional.

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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20080425.php</link>
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<title>O lançamento do reprodutor de mídiasAdobe Media Player</title>
	<description>
A coluna Filosofia Digital comenta o lançamento do reprodutor de mídias Adobe
Media Player e as perspectivas deste produto no mercado do etretenimentodigital
doméstico.

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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20080417.php</link>
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<item>
<title>Qual o segredo da Apple?</title>
	<description>
Para quem costuma acompanhar os artigos desta coluna a respeito de mídia
digital já deve ter reparado que cito constantemente exemplos de ferramentas
e soluções desenvolvidas pela Apple nos últimos anos. Eu trabalho na área de
produção de vídeos e tento acompanhar de perto os caminhos que conduzem ao
futuro da distribuição de filmes e vídeos. Do mesmo modo como na época na
qual o DVD ainda era uma promessa distante, porém vista como inevitável e
revolucionária, hoje em dia é difícil discutir o assunto mídia digital sem
citar a busca da Apple por construir um novo mercado para o entretenimento
doméstico. Sem sombra de dúvida que as mídias em Blu-Ray ainda saciarão a
sede dos consumidores por novidades que ampliem a experiência proporcionada
pelos filmes vistos em casa, mas inevitavelmente o futuro está reservado
para as mídias digitais livres de qualquer suporte físico. Por quê? Bem
basta pensarmos um pouco a respeito das recentes declarações do presidente
do grupo Universal Music, Doug Morris, a respeito dos planos da sua companhia
para um serviço de "aluguel" de músicas.

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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20080327.php</link>
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<title>Fé</title>
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A existência humana é rica em uma grande variedade de características que
juntas constroem a complexa estrutura da consciência individual. Não há como
negarmos, ainda que nos esforcemos muito para isso, a nossa origem animal
e todas as nossas características oriundas desta origem, como o instinto,
responsável por nossas ações diretas aos estímulos exteriores à nossa
existência. Na outra ponta da balança, temos a razão, que se descola e afasta
desses estímulos exteriores, para tentar compreendê-los além do mero ponto
de contato imediato que mantemos com os fenômenos da realidade. Porém além
desses dois aspectos primordiais da existência humana, poderíamos enumerar
a fé como mais um deles.

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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20080324.php</link>
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<title>O Futuro da Mídia Digital </title>
	<description>
As mudanças nas tecnologias para a venda, troca, distribuição,
armazenamento e reprodução de filmes, músicas e livros imporão novas
perspectivas nas relações comerciais entre gravadoras, estúdios e
artistas com o público consumidor de seus produtos. Como será possível
sustentar a produção cultural de massa em um mundo onde os consumidores
se acostumam gradativamente a obter suas mídias digitais de graça em
redes de troca de arquivos pela internet?

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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20071114.php</link>
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<title>Show me the money!!!</title>
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Acredito que até demorei para tocar no assunto, mas fica cada vez mais difícil
evitá-lo, devido ao fascínio que vem crescendo em torno do iPhone. Na ocasião
do seu lançamento, o iPhone provocou um frenesi populacional e midiático como
eu acredito nenhum outro equipamento eletrônico provocou. Nem sempre abordar
um assunto quando ele ainda está quente e fresco é um ato recomendável,
porém o tamanho do impacto que a Apple pode vir a provocar com seus últimos
lançamentos transcende as fronteiras da efervescência momentânea da época
na qual foram revelados.

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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20071017.php</link>
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<item>
<title>A Evolução das Idéias</title>
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Os romanos antigos, da época do seu império, consideravam o discurso oral mais
significativo do que a escrita, porque ele vinha carregado por parte do sopro
da vida que expelimos através da nossa respiração. O ar que emanava do peito,
junto com a palavra falada, tinha sua origem diretamente da alma e de perto
do centro das idéias, depositado no coração. As expressões "falar de cor"
ou "decorar" perderam ao longo dos tempos a sua significação primordial que
era recitar de coração ou guardar junto a ele as palavras e idéias, cedendo a
uma representação mecânica do pensamento. A imagem das idéias sendo trazidas
pelo ar que expelimos dos pulmões, vindas diretamente do coração, formam
um conjunto muito mais poético e próximo da essência da vida do que a das
idéias escritas por uma mão pesada sobre o papel, provenientes de conexões
sinápticas dentro do nosso cérebro. Mais até, faz as próprias idéias serem
vinculadas às pessoas que as proferiram, como se ambas fossem partes de uma
mesma alma, sem a divisão que o ser humano moderno faz entre razão e emoção. A
vida e as idéias representavam partes indissociáveis de uma única existência.


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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20070925.php</link>
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<title>A Exata Medida do Tempo</title>
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A natureza é um desfile infindável de eventos cíclicos, como se composta de
milhares de engrenagens invisíveis. A noite sucede o dia e o dia por sua vez
sucede a noite. A lua completa um ciclo de fases no céu e as mesmas quatro
estações se repetem ano após ano, com pequenas variações, de um ano para o
outro. Mesmo o nosso corpo é regido por diversos acontecimentos que se repetem
incansavelmente, em pequenos ciclos, como as batidas do coração, ou em ciclos
maiores que seguem um ritmo sucessivo de necessidades, que vão da fome ao
desejo de descanso, para então recomeçar de novo todos esses ciclos (...)

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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20070723.php</link>
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<title>A Ética e A Moral dos Robôs</title>
	<description>
Com o desenvolvimento de sistema de inteligência artificial, o ser humano
se aproxima cada vez mais do dia no qual deverá se confrontar com máquinas
capazes de agir e pensar como ele próprio. Diante desta perspectiva, somos
colocados a repensar nossos valores morais com relação ao papel que caberá
às máquinas em um futuro próximo dentro da sociedade.

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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20070531.php</link>
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<title>Revisando Conceitos: DRM e Mídia Digital</title>
	<description>
Diante de novas iniciativas no campo das tecnologias para gerenciamento
de conteúdo digital (DRM), surge a oportunidade de rever conceitos e
esclarecer opiniões a respeito da distribuição de mídia pela internet."

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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20070504.php</link>
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<title>Aprendendo Sobre a Arte de Ensinar</title>
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Muito se fala sobre educação à distância no momento, mas sempre que o
assunto é abordado por profissionais e empresas da área de ensino, discute-se
excessivamente mais sobre os meios tecnológicos para implementar esse tipo
de educação do que sobre um planejamento metodológico e didático adaptado
às ferramentas que serão adotadas.

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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20070420.php</link>
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<title>Evolução Paulatina</title>
	<description>
Se fôssemos empreender uma viagem pela história do cinema, desde os seus
primórdios até os dias de hoje, veríamos que muita coisa mudou e que os
atuais filmes estão muito distantes em termos de linguagem dos primeiros
filmes realizados. O cinema trilhou um longo caminho para se afastar da
sua forma primordial, na qual se assemelhava ao teatro, passando pelos
primeiros movimentos de câmera, cortes de imagens, mudanças de planos até
os mais recentes truques de linguagem de filmes como Matrix, Desconstruindo
Harry ou Amnésia. Não foi uma evolução instantânea, do dia para a noite,
mas ocorreu paulatinamente, acostumando o público com um novo passo dado
antes de executar o próximo.

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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20070408.php</link>
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<title>Vodcast: Distribuição de Vídeos pela Internet - Parte 3</title>
	<description>
O Podcast ainda era um meio de distribuição de arquivos de áudio e vídeo pela
internet muito recente, quando em uma empresa holandesa chamada JetStream
descobriu-se que o mesmo método podia ser usado para criar uma lista de
reprodução de streaming e nomeou este novo formato de Vodcast. Apesar de
o termo ser muitas vezes confundido com o podcast de arquivos de vídeo,
no qual esses arquivos são baixados para os computadores, conforme o Vodcast
passa a ser mais conhecido na sua forma original, mais pessoas começam a
associar o nome ao método de distribuição de streaming via podcast.


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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20070317.php</link>
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<title>Vodcast: Distribuição de Vídeos pela Internet - Parte 2</title>
	<description>
Quando pensamos a respeito da distribuição de vídeos pela internet, hoje
em dia é difícil fugir da comparação com os serviço oferecidos pelo
YouTube ou o GoogleVideo. Analisando profundamente o conceito por trás
do sistema que eles oferecem, é fácil perceber que o YouTube faz o sucesso
que tem com vídeos curtos de até no máximo dez minutos, porque o tamanho
reduzido das imagens torna por demais enfadonha e cansativa a tarefa
de assistir a vídeos muito longos, acima de dez minutos de duração. Na
grande maioria dos casos, os vídeos do YouTube representam pequenos esquetes
humorísticos, video-clipes ou reportagens curiosas, extraídos de programas
de televisão, que se adaptam perfeitamente ao formato de vídeo oferecido
em uma página de internet, porque são feitos para serem um entretenimento
passageiro e descartável durante as nossas atividades diárias, em grande
parte do tempo no ambiente de trabalho. Porém se por acaso passássemos a
utilizar este mesmo formato para a distribuição de vídeos educacionais e de
treinamento, consequentemente verificaríamos que a tendência é dispersarmos
a atenção do espectador com a multiplicidade de informações espalhadas ao
longo da página do site ou mesmo por eventuais interrupções provenientes
das mensagens de email, dos comunicadores instantâneos, da poluição visual de
ícones no ambiente gráfico ou por eventos exteriores aos limites do computador,
como os provenientes do próprio ambiente de trabalho.


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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20070310.php</link>
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<title>Vodcast: Distribuição de Vídeos pela Internet - Parte 1</title>
	<description>
Este artigo inaugura uma série de artigos no qual eu abordarei a análise e
implementarão de um sistema de distribuição de vídeos pela internet, sempre
procurando manter a atenção na qualidade do serviço para o espectador. Espero
que tenham paciência para ler todos os artigos e que no final eles venham a
ajudá-los na escolha de ferramentas para a condução de um processo semelhante
ao caso analisado.

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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20070304.php</link>
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<title>Linux: Recriando o Óbvio </title>
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Nem bem 2007 começou e já somos brindados com novidades que prometem movimentar
o resto do ano na área de informática. A novidade deste mês, porque mês sem
duas ou três novidades não tem graça para jornais e blogs, é o lançamento de
um telefone celular pela Apple, Inc. Até aí, esta novidade não possui nada de
extraordinário além do simples fato de vermos a empresa entrar no segmento de
telefonia móvel, com um aparelho caro, como era de se esperar, e que segundo
suas perspectivas promete revolucionar o mercado de celulares. Megalomania à
parte, o aparelho em si não parece ter nada de revolucionário. Pelo contrário,
se em alguns casos acumula surpresas, em outros acumula decepções, mas como é
comum em todos os produtos que fabrica, o telefone cativa as atenções de toda
a mídia, da especializada a leiga. Por quê? Porque hoje em dia é difícil
imaginar uma interface entre ser humano e máquina na área de informática
que não tenha a influência direta da Apple. O modo como interagimos com
nossos computadores, palmtops ou reprodutores portáteis de mp3 tem sempre
como herança modelos amplamente imitados pelo mercado que são derivados de
projetos inventados ou aprimorados pela companhia da maçã. O motivo está na
sua capacidade de criar ou recriar o óbvio ao pensar esses modelos sempre do
ponto-de-vista do ser humano e não da máquina.

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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20070205.php</link>
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<title>Afastando para Longe o Pessimismo </title>
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Eventualmente, alguém que venha a ler os antigos artigos desta coluna pode
pensar que nutro uma desconfiança gigantesca em relação aos benefícios que
a tecnologia oferece à sociedade e aos indivíduos, mais especificamente na
sua forma mais difundida atualmente que é a informática. Nesses artigos já
discuti sobre o acúmulo sem critérios de conhecimento, o estresse causado
pela necessidade desenfreada de informação ou pela crescente restrição à
privacidade, entre outros temas, sempre tendo como centro das discussões
o mundo da informática. Na prática, para mim seria muito fácil escrever
sobre novas tecnologias que prometem milagres revolucionários na nossa vida
cotidiana. Mas com o tempo, qualquer um que acompanha a evolução computacional
sabe que o milagre de hoje é logo superado pelo milagre da próxima semana e
que as verdadeiras revoluções se fazem invisíveis aos olhos do presente. Também
seria fácil vociferar críticas ácidas contra qualquer empresa de informática a
respeito de quaisquer miudezas ou sobre o modo como esta ou aquela tecnologia é
empregada. Porém, apesar de escrever sobre tecnologia, sempre procurei manter
o meu foco sobre o ser humano, suas qualidades e seus defeitos. E assim,
buscando manter o ser humano como o centro das minhas preocupações quando
abordo assuntos relacionados à tecnologia, imagino a informática tão somente
como uma das inúmeras faces da complexa estrutura cultural da humanidade.


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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20070129.php</link>
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<title>O Cordeiro na Pele do Lobo e Vice-versa </title>
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<title>Google e Apple: União de Dois Gigantes</title>
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<title>A Ditadura do Gosto </title>
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<title>O Mundo Admirável das Novas Tecnologias</title>
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<title>O YouTube do Meu Bairro</title>
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<title>Ansiedade por Conhecimento</title>
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<title>O Conhecimento e A Memória </title>
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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20061010.php</link>
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