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<title>Dicas-L: Crescimento Profissional</title>
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<description>Dicas-L: Crescimento Profissional</description>
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<lastBuildDate>Mon, 29 Apr 2013 11:55:54 -0300</lastBuildDate>
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<title>Dicas-L: Crescimento Profissional</title>
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<title>Invista no seu conhecimento...</title>
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=Invista no seu conhecimento...=

**//Por Prof. Menegatti//**

Segundo estatísticas um vendedor gasta, em média, R$ 600,00 por ano para manter
em ordem a parte externa da cabeça, barba, corte de cabelo e acessórios,
tais como spray, tônicos e creme de barbear. Gasta cerca de R$ 4.000,00
para se vestir e mais de R$ 6.000,00 para o carro. Depois que você gastou
mais de R$ 10.000,00 com a sua aparência é importante saber quanto você tem
investido no seu conhecimento na sua mente.

Você já parou para pensar quanto custa para sua empresa uma venda? E quanto
custará a perda de uma venda por causa de informação inadequada, errada
ou incompleta.

Uma pesquisa com mais de 600 indústrias revelou que, em média, uma visita
de vendas custa entre R$ 50,00 e R$ 300,00 (salários, comissões, viagens,
despesas de representações), numa média de cinco visitas para cada venda.

Quantas vezes você perdeu uma venda e mais tarde conseguiu alguma informação
ou técnica e que, se você soubesse naquele momento, teria feito toda a
diferença. Ou seja, o custo da venda é alto, mas o mais caro é a frustração
pela falta de informação.

Sempre ouvimos falar que o conhecimento sai caro, porém a falta dele sai
bem mais caro.


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<title>II Parte: Por que não somos bons ouvintes?</title>
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II Parte: Por que não somos bons ouvintes?

Existem algumas razões pelas quais não ouvimos eficazmente os outros:

Nossas crenças distorcem o que ouvimos:
Nosso passado forma crenças que são os filtros através dos quais experimentamos a vida. Trazemos experiências anteriores para cada nova conversa. Mesmo quando encontramos uma pessoa pela primeira vez, trazemos nosso histórico de situações semelhantes. Isto cria um conjunto de filtros pré-determinados para nossa audição que, na maioria das vezes, distorcem a mensagem da outra pessoa. Já aconteceu comigo e deve ter acontecido com você de estar conversando com uma pessoa e ela lembrar de alguém que não lhe era muito simpático e você transferir a antipatia por ela lembrar essa pessoa. Por que isso acontece? Porque os ecos de nosso passado abafam o que está sendo visto e dito por nós.

Conflitos com a falta de comunicação:
Os conflitos são mais facilmente resolvidos quando as necessidades são identificadas. Chega uma hora que a pessoa mais defende a posição do ?eu estou certo e você errado?, passando a limitar outras opções que possam satisfazer tanto as suas, quanto às necessidades da outra pessoa. O problema é: investiram tanto esforço para defender uma posição que não querem parecer tolos ou que estão errados quando recuam.

Existe uma história circulando pela internet que fala de três homens cegos estudando um elefante. Quando solicitados a descreverem o elefante, um dos cegos, com os braços ao redor de uma das pernas do animal diz: ?um elefante é como um tronco de uma arvore?. Outro, segurando a tromba, diz: ?o elefante é como uma cobra?. E outro tateando a lateral larga do elefante, diz: ?não, vocês estão errados. Um elefante é tão grande quanto à parede de um celeiro?. ?O problema todo é saber quem estava certo?.

Na realidade, todos estavam certos em suas perspectivas pessoais e todos estavam errados sob as demais perspectivas. Muitos de nossos conflitos são semelhantes. Dentro de uma empresa, cada pessoa ou departamento tem uma visão limitada da situação global, apesar de defender sua posição como se fosse à única. Geralmente quando se chega a uma solução para o conflito, a ideia que não foi vencedora aceita o desfecho com má vontade e quase sempre com ressentimentos no relacionamento.

Uma solução boa para impasses é tentar obter o maior número de soluções possíveis antes de avaliar ou discutir qualquer uma. Evite, a todo custo, criticar ou avaliar as soluções da outra pessoa, uma vez que isso emperra o processo de decisão. Em vez disso escreva todas elas para uma revisão futura. Seria como um "brainstorm" na solução de conflitos.



Acesse nosso canal: www.youtube.com.br/profmenegatti e inclua as vídeos-dicas do Prof. Menegatti em seu site.

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<title>I Parte: Porque não somos bons ouvintes...</title>
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I Parte: Porque não somos bons ouvintes...

Existem algumas razões pelas quais não ouvimos eficazmente os outros:

· Não aprendemos como ouvir:

Uma pesquisa mostra de que forma dividimos nossa comunicação: 9% escrevendo, 16% lendo, 33% falando e 40% ouvindo.

Mesmo antes de entrarmos na escola, nossos pais trabalham conosco para desenvolver nossas habilidades de escrever, ler e falar. A seguir, durante toda nossa educação fazemos cursos para melhorar estas habilidades básicas.

Além disso, poucas pessoas crescem em um ambiente familiar tendo um bom ouvinte como exemplo. Durante toda nossa vida recebemos feedback positivo quando falamos corretamente ou mostramos nossa sabedoria por algo que dissemos. Contudo, raramente somos elogiados por nossa capacidade de ouvir.

No entanto, vemos que cursos de audição são normalmente parte de treinamentos avançados em comunicação ou psicologia. Essa é uma constatação triste considerando a quantidade de pesquisas que agora estão disponíveis a respeito de valores da audição na construção de relacionamentos eficazes.

· Ouvir requer muita atenção

A maioria das pessoas tem dificuldade em se concentrar. De fato temos orgulho em fazer muitas coisas ao mesmo tempo, o que realmente impede a concentração. Você provavelmente sabe que uma pessoa normal pensa de quatro a cinco vezes mais rápido do que pode falar. Isso significa que temos a capacidade mental de pensar a respeito de mais de uma coisa de uma só vez e muitas pessoas fazem exatamente isso enquanto a outra está falando. Fazemos todos os tipos de coisas, planejamos as respostas, pensamos a respeito de nossa reunião com o nosso chefe, avaliamos o que a outra pessoa está dizendo, decidimos se concordamos ou não com suas opiniões.

Penso que as conversas seriam bem mais produtivas se simplesmente estivéssemos dispostos a ouvir e compreender o que o outro tem a dizer.



Acesse nosso canal: www.youtube.com.br/profmenegatti e inclua as vídeos-dicas do Prof. Menegatti em seu site.

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<title>Que tipo de cliente você deseja conquistar...</title>
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Que tipo de cliente você deseja conquistar...

Negros:
O poder de compra dos afros saltou na década de 90. Algumas pesquisam mostram que as famílias negras gastam mais do que as famílias brancas em roupas masculinas, juvenis, moda esportiva, etc. Elas costumam ser motivadas pela qualidade e pela variedade e compram mais em loja de bairro. As empresas que adaptaram seus produtos para satisfazerem esses clientes, entraram num mercado que cresce violentamente.

Melhor Idade:
As empresas que quiserem lucrar no terceiro milênio terão que se adaptar ao mercado das pessoas da melhor idade. A população dos consumidores maduros, pessoas com 50 anos ou mais, já está na casa dos 75 milhões e vai aumentar para 115 milhões nos próximos 25 anos. Se o seu foco de clientes é esse nicho, leve em conta essa diferença entre a maneira como as pessoas se veem e a realidade. No passado, as pessoas se viam dez anos mais jovens, hoje as pessoas cortam uns bons 20 anos da sua idade.

Mulheres:
As mulheres representam 34% do mercado de automóveis de luxo, e os fabricantes de automóveis estão prestando atenção nisso. Os projetistas de carros na Cadillac vão para o trabalho com clipes nas unhas para terem a sensação de como é operar botões, controles e outros dispositivos com unhas compridas. O Cadillac Catera vem com um porta-luvas com ar condicionado para conservar, por exemplo, itens como batons.

Crianças:
Outra mudança no padrão de compra é o aumento do valor gasto e na influência exercida por crianças e adolescentes. Estamos numa era em que as crianças não só são vistas e ouvidas, como também são atendidas como nunca. Conclusão: perceba que o caminho mais rápido para a carteira do papai e da mamãe pode ser por meio da criança. A GM fez uma propaganda para atrair os chamados ?Consumidores do banco de trás?. Por quê? Hoje em dia, os filhos, geralmente, desempenham o papel de desempatadores na decisão de que carro comprar.

O mais importante é prever para onde os clientes estão indo e chegar lá primeiro, afirma Philip Kotler.



Assista a esse artigo em formato de vídeo-dica:

http://menegatti.srv.br/index.php/artigos/videos-dicas/702-que-tipo-de-cliente-voce-deseja-conquistar

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<title>Você sabe com quem está lidando?</title>
	<description>

=Você sabe com quem está lidando?=

**//Por Prof. Menegatti//**

Qual é o perfil da pessoa que compra seu produto? Você sabe quem decide? É
fácil identificar o cliente de muitos produtos. No Brasil, os homens
normalmente escolhem seu aparelho de barbear e as mulheres escolhem suas
meias-calças. Mas temos que tomar cuidado em focar nossas estratégias em um
público-alvo, uma vez que os papéis de compra mudam.

Um gigante do setor químico descobriu, para sua surpresa, que sessenta
por cento das decisões sobre a marca da tinta usada para pintar a casa são
tomadas pelas mulheres. Assim a empresa decidiu anunciar sua marca tendo as
mulheres como alvo.

Segundo, Philip Kotler, podemos distinguir cinco papéis que as pessoas podem
desempenhar em uma decisão de compra:

+ **Iniciador**: pessoa que sugere a ideia de comprar um produto ou serviço.
+ **Influenciador**: pessoa cujo ponto de vista ou conselho influencia a decisão.
+ **Decisor**: pessoa que decide sobre quaisquer componentes de uma decisão de compra: comprar, o que comprar; como comprar e onde comprar;
+ **Cliente**: pessoa que efetivamente realiza a compra.
+ **Usuário**: pessoa que consome ou usa o produto ou serviço.


A tomada de decisão do cliente no ato da compra varia muito. A compra de um
sabonete, de um tênis, de um computador ou de um carro novo envolve decisões
bastante diferentes. As compras mais complexas envolvem um número maior de
pessoas envolvidas.

O atendimento ao cliente só será perfeito, quando conseguirmos identificar
qual é o papel que ele está assumindo naquele momento e usarmos a estratégia
correta.

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<title>Crie hábitos vencedores...</title>
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=Crie hábitos vencedores...=

**//Por Prof. Menegatti//**

Se você quer ter destaque na sua vida profissional, ou se você deseja alçar
voos mais altos dentro da sua empresa é importante que você desenvolva novas
habilidades. Criar novos hábitos é um processo que exige muita disciplina e
esforço. Em seu livro O Monge e o executivo, James Hunter mostra quais são
os estágios que envolvem um novo aprendizado?

**Estágio: Inconsciente e Incompetente**

Este é o estágio em que você ignora o comportamento e o hábito, você não
tem nenhum preparo. Isso se dá antes de você aprender a dirigir, por exemplo.

**Estágio: Consciente e Incompetente**

Aqui você toma consciência de um novo comportamento, mas ainda não desenvolveu
a prática. Você sentou no carro para dirigir pela primeira vez. Tudo é muito
desajeitado e até assustador.

**Estágio: Consciente e Competente**

Agora você está se tornando cada vez mais experiente e se sente confortável
com o novo comportamento. Você já passa a marcha sem olhar para o cambio,
o carro já não sai aos solavancos. Você já sabe o quanto você sabe.

**Estágio: Inconsciente e Competente**

Você já não precisa mais pensar. Nesta fase você não consegue mensurar o
quanto você sabe. Dirigir é a coisa mais natural do mundo. Neste estágio os
líderes não precisam tentar ser bons lideres, porque já são.

O mundo está em constante mutação. As pessoas que não acompanharem o
conhecimento gerado pela tecnologia e pelas tendências de mercado ficarão
para trás ou, na melhor das hipóteses, experimentará apenas uma parte do
progresso. Ser receptivo a criação de novos hábitos garante a continuidade
de seu sucesso durante muito tempo.

Acesse nosso canal: www.youtube.com.br/profmenegatti e inclua as vídeos-dicas do Prof. Menegatti em seu site

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<title>II Parte: Segundo doce...</title>
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II Parte: Segundo doce...

Saltemos para 1985. Agora, as crianças que tinham 4 anos já eram formandos do ensino médio. O professor enviou uma pesquisa de acompanhamento aos pais delas, perguntando a respeito de uma série de traços de caráter, da capacidade do filho de lidar com eventos frustrantes ou se era um aluno consciencioso. O professor também pediu os resultados dos exames de acesso à universidade e históricos escolares das jovens. Ele utilizou os dados para construir um elaborado perfil da personalidade de cada uma das crianças.

Os resultados obtidos foram muito surpreendentes, pois havia uma forte correlação entre o comportamento da criança de 4 anos e o comportamento futuro da criança quando jovem adulto. As crianças que tocavam a campainha em menos de um minuto eram muito mais propensas a terem problemas comportamentais no futuro. Tiravam notas piores e eram mais inclinadas a usar drogas. Tinham dificuldades em situações de estresse e temperamento ruim.

A capacidade de aguardar pelo segundo marshmallow revela um talento crucial do cérebro humano. Quando o professor tentou descobrir porque algumas crianças eram capazes de resistir a tocar a campainha, descobriu que aquilo acontecia não porque quisessem menos o marshmallow. Elas também adoravam doces. Em vez disso, descobriu que as crianças pacientes eram melhores no uso da razão para controlar impulsos. Eram justamente as crianças que cobriam os olhos, olhavam para outra direção ou conseguiam dirigir a atenção para algo que não fosse o doce delicioso bem na frente delas.

Leia AQUI a primeira parte desse artigo.



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<title>I Parte: Segundo doce...</title>
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I Parte: Segundo doce...
Em 1970 um professor do laboratório de psicologia em Stanford convidou crianças de 4 anos para fazer uma experiência. Primeiro elas tinham que responder: gosta de comer marshmallows? A resposta, como era de se esperar, sempre era sim. Em seguida, fazia uma oferta à criança. Ela poderia comer marshmallow imediatamente ou, se estivesse disposta a esperar alguns minutos, poderia comer dois quando o pesquisador voltasse. Praticamente todas as crianças decidiram esperar. Todas queriam mais doces.
O professor deixava a sala, mas dizia à criança que, se ela tocasse uma campainha, ele voltaria, e a criança poderia comer um marshmallow. No entanto, estaria abrindo mão do segundo doce.
A maioria das crianças não conseguia resistir à tentação açucarada por mais do que alguns minutos. Muitas cobriam os olhos com as mãos para não ver o marshmallow. Uma criança começou a chutar a mesa. Outra, a puxar o próprio cabelo. Apesar de algumas das crianças de 4 anos terem sido capazes de esperar até 15 minutos, muitas só aguentaram menos de um minuto. Outras simplesmente comiam o marshmallow assim que o professor deixava a sala, sem nem se dar o trabalho de apertar a campainha.
O marshmallow era um teste de auto-controle. O cérebro emocional é sempre tentado por estímulos recompensadores, como um torrão de açúcar. No entanto, se a criança desejasse atingir o objetivo e ganhar o segundo marshmallow, precisaria ignorar temporariamente as emoções, adiar a gratificação por mais alguns minutos. O professor descobriu que, mesmo aos 4 anos, algumas crianças eram muito melhores que outras em administrar as próprias emoções.


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<title>Quem sou eu?</title>
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Quem sou eu?

De que maneira se encaixa a percepção que tenho de mim mesmo, com a percepção que os outros têm de mim e minha verdadeira identidade? O fato é que todo o mundo precisa lidar com três camadas de compreensão:

Como me veem: essa camada se dá instantaneamente ao baterem o olho em mim. Esta imagem vem dos valores e da bagagem que as outras pessoas possuem.
Como quero que me vejam: algumas pessoas passam longos períodos se preocupando com o que os outros pensam e há aqueles que gastam enormes quantidades de tempo, energia e dinheiro para esconder quem realmente são para que tenham um conceito mais elevado delas. Artistas e atletas, por exemplo, contratam consultores para tratarem de sua imagem.
Como eu me vejo: é aquilo que realmente eu sou. Só eu e Deus sabemos. Tem pessoas que gostam de falar de suas virtudes, mas a maioria tem vergonha de expor suas fraquezas. Não devemos ter vergonha, pois somente pessoas fortes as expõem.


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<title>Os quatros níveis de liderança...</title>
	<description>
s quatros níveis de liderança...

Uma pesquisa apontou como as pessoas se tornaram lideres: 10% talento natural, 05% consequência de líderes, 85% influência de outros líderes. Se você está galgando, dentro da sua organização, alcançar níveis mais elevados de liderança, saiba que você passará por esses quatro níveis:

1. Cargo: as pessoas o seguem porque têm que fazer. A liderança está fundamentada na sua posição e sua influência não se estenderá além das fronteiras definidas pela descrição do seu cargo. Um líder que deseja que as pessoas o sigam simplesmente porque ele é "o chefe" logo perderá o respeito de seus liderados. Quanto mais você permanecer neste nível, maior será o turnover de sua organização e mais baixo será sua moral.

2. Relacionamentos: À medida que os seguidores confiam e gostam de seu líder, eles começam a segui-lo porque querem fazê-lo. É neste nível que o trabalho começa a ficar gostoso. Contudo, permanecer por muito tempo neste nível sem elevar os índices de produtividade faz com que pessoas altamente motivadas fiquem inquietas.

3. Resultados: nesse nível sua influência está consolidada, o respeito aumenta por causa daquilo que o líder e os subordinados alcançam juntos. As pessoas começam a seguir por causa daquilo que o líder fez pela equipe ou pela organização.

4. Capacitação: os maiores líderes tem a visão de ajudar pessoas a se desenvolverem de modo que alcancem seu potencial. A maturidade faz com que seu foco mude, saindo da preocupação de inspirar e conduzir seguidores para a capacitação de outros líderes. Como resultado, elas o respeitam não apenas por aquilo que fez pelo time, mas também pelo que fez a elas a nível pessoal.


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