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<title>Dicas-L: Crescimento Profissional</title>
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<description>Dicas-L: Crescimento Profissional</description>
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<lastBuildDate>Mon, 16 Jan 2012 15:33:05 -0200</lastBuildDate>
<copyright>Creative Commons, http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.0/br/deed.pt</copyright>
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<title>Dicas-L: Crescimento Profissional</title>
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<title>Como se escolhe um executivo?</title>
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Como se escolhe um executivo?

Os jovens aprendem rapida­mente o que devem fazer para obter reconhecimento: impressionar os ou­tros com sua inteligência, raciocínio rápido e presença dominante. Com o tempo, dão um polimento em todos os aspectos exteriores de liderança e seus superiores acreditam nisso por completo.

É o caso de uma empresa que estava perdendo participação de mercado e decidiu contratar um novo CEO. Quando um candidato ao cargo foi entrevistado, o conselho o considerou o candidato perfeito, extremamente hábil, tinha presença dominante e era um grande comunicador. Embora tivesse progredido rapidamente no em­prego anterior, mostrava-se humilde e sincero.

O problema que os dire­tores focaram nas características pessoais do candidato, o talento in­telectual e a inteligência emocional, a habilidade para inspirar e motivar. Todas as qualidades que as pessoas admiravam e respeitavam em uma pessoa. Mas, eles esqueceram de investigar a fundo sua competência, seus resultados para re­posicionar a empresa e sua habilidade para julgar pessoas e formar uma equipe. Tempos depois a empresa entrou com pedido de falência.

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<title>Sua empresa está precisando se reposicionar no mercado?</title>
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Sua empresa está precisando se reposicionar no mercado?

Então, veja se ela está apresentando os primeiros sinais de alerta: surgimento de novos setores, clientes, modelos de negócio, mudança de posicionamento de um dos principais concorrentes, perda de participação de mercado, pressão sobre as margens de lucro e desaparecendo dos clientes. É preciso examinar primeiramente a causa e os efeitos reais se são decorrentes da economia ou ineficiência interna, senão, chegou a hora de reposicionar a empresa!

A IBM tinha uma margem bruta de venda de computadores em 1980 de 35%, em 2000 era próximo de 18%. A vantagem competitiva estava desaparecendo em virtude do crescimento das empresas de softwares. A IBM não se reposicionou e por isso, nunca se recuperou e teve que vender sua divisão de computadores pessoais para a Chinesa Lenovo.

Em 1980 o objetivo da gigante Blockbuster ainda era comprar e locar filmes. Mas, nos anos 90, os estúdios de Hollywood começaram a também fazer venda direta de filmes para clientes e as emissoras de TV a cabo começaram a oferecer vídeos sobe demanda. Em 2003 em virtude do baixo preço dos aparelhos de DVD a venda de filmes para clientes explodiu e a venda e locação de filmes pela internet começou a surgir.

Ao longo de toda a carreira, um líder terá de reposicionar empresas quatro vezes ou mais. Isso significa tomar decisões básicas sobre o que acrescentar aos negócios, o que descartar, ressegmentar mercados, decidir que tecnologias adotar e identificar novas oportunidades de crescimento rentável.

A Novartis percebeu algumas mudanças no setor farmacêutico e partiu para a ofensiva, na tentativa de se adequar a nova realidade. Deixou de fabricar apenas medicamentos patenteados e tornar-se o segundo maior fabricante de produtos genéricos. A essência do posicionamento é saber QUANDO a mudança precisa ser feita.

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<title>Como se escolhe um executivo?</title>
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Como se escolhe um executivo?

Os jovens aprendem rapida­mente o que devem fazer para obter reconhecimento: impressionar os ou­tros com sua inteligência, raciocínio rápido e presença dominante. Com o tempo, dão um polimento em todos os aspectos exteriores de liderança e seus superiores acreditam nisso por completo.

É o caso de uma empresa que estava perdendo participação de mercado e decidiu contratar um novo CEO. Quando um candidato ao cargo foi entrevistado, o conselho o considerou o candidato perfeito, extremamente hábil, tinha presença dominante e era um grande comunicador. Embora tivesse progredido rapidamente no em­prego anterior, mostrava-se humilde e sincero.

O problema que os dire­tores focaram nas características pessoais do candidato, o talento in­telectual e a inteligência emocional, a habilidade para inspirar e motivar. Todas as qualidades que as pessoas admiravam e respeitavam em uma pessoa. Mas, eles esqueceram de investigar a fundo sua competência, seus resultados para re­posicionar a empresa e sua habilidade para julgar pessoas e formar uma equipe. Tempos depois a empresa entrou com pedido de falência.

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<title>II Parte: Como lidar com um negociador amargo?</title>
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II Parte: Como lidar com um negociador amargo?

A equipe chegou a um consenso que teriam de negociar a foto e foram conversar com o diretor da campanha de Roosevelt. Ele não perdeu tempo e enviou a seguinte mensagem a Moffet:

Estamos planejando distribuir milhões de panfletos com a foto de Roosevelt na frente. Será uma ótima publicidade para o estúdio, cuja foto decidirmos usar. Quanto você nos pagará para usarmos a sua? Responda imediatamente.

Em resposta ele recebeu a seguinte mensagem de Moffett:

Nunca fizemos isso antes, mas dadas as circunstâncias ficamos satisfeitos em oferecer US$ 250 a vocês. Eles aceitaram a oferta na hora!

Este episódio deixa algumas lições:

1. Lição - Pense além do preço: a equipe se concentrou quase que exclusivamente no preço e acabaram não percebendo o potencial interesse do fotógrafo por publicidade.

2. Lição - Não se torne um prisioneiro do seu próprio problema e das suas próprias percepções: você precisa ter um entendimento muito claro da forma como os clientes percebem a situação. Só então você pode moldar as opções de forma que a escolha deles, segundo os interesses e percepção deles, possa resolver o seu problema.

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<title>I Parte: Como lidar com um negociador amargo?</title>
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I Parte: Como lidar com um negociador amargo?

Nas eleições de 1912, Theodore Roosevelt terminaria sua campanha presidencial no coração da América. Em cada cidade, Roosevelt faria um discurso e ofereceria um panfleto a todos os que estavam assistindo. Na frente do panfleto havia uma foto "presidencial" e dentro havia um texto do seu discurso chamado "Confissão de Fé".

Quando receberam os panfletos, uma pessoa da equipe descobriu uma pequena linha próxima da fotografia dizendo "Estúdios Moffett?. Uma vez que a Moffett detinha os direitos autorais, o uso não autorizado custaria, aos cofres da campanha, alguns milhões e isso excederia a verba disponível.

Todos entraram em pânico e não conseguiam achar uma saída. Não utilizar os panfletos poderia acabar com as chances de Roosevelt nas urnas. Ao mesmo tempo, se a campanha utilizasse os panfletos sem permissão, poderia haver uma série de efeitos negativos.

O que eles deveriam fazer? O que eles poderiam fazer?

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<title>Precisamos ter uma mente globalizada...</title>
	<description>
Precisamos ter uma mente globalizada...

O que parece absolutamente normal para uns é totalmente desconcertante ou até mesmo ofensivo para outros. Os argentinos e os Russos acham normal trocar beijinhos antes de fazer um negócio. Nos países asiáticos nunca se deve olhar nos olhos dos outros, isto é considerado invasão de privacidade. A hora do chá para os Britânicos é um hábito sagrado e por isso os ingleses param tudo o que estão fazendo às cinco da tarde.

Um executivo do Brasil estava feliz por ter fechado um contrato multimilionário com um árabe muito poderoso. No jantar de comemoração levou sua filha. O árabe entendeu tratar-se de presente atraente. O acordo de negócios terminou do lado brasileiro, com as cantadas grosseiras e os avanços sexuais feitos pelo árabe em relação à sua filha e do lado árabe, o negócio acabou com o soco, dado pelo brasileiro.

O Google quer crescer no Japão, mas está enfrentando duas grandes dificuldades: contratar novos funcionários e diminuir a alta rotati­vidade. O que está sendo uma tarefa muito difícil em virtude do pro­cesso seletivo do Google e da maioria das empresas americanas serem através do de­sempenho na universidade. A cultura dos jovens japoneses é muito diferente, pois eles estudam muito até en­trar na faculdade, depois tiram notas mínimas só para serem aprovados e por isso, torna-se difícil separar os bons dos maus candidatos.

Em virtude da minha loja virtual em meu site, já tive contatos com portugueses e africanos interessados em negociar produtos e palestras. Hoje em dia, com a globalização, aprender a lidar com a diversidade cultural está se tornando uma competência essencial. Seja para se relacionar com profis­sionais no exterior, seja para lidar com estrangeiros trabalhando no Brasil ou até mesmo para negociar com um fornecedor de São Paulo ou com um cliente do nordeste, a aptidão para criar relacionamentos e vínculos com pessoas de várias culturas e nacionalidades é uma das habilidades mais complexas que precisamos desenvolver.

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<title>Procurando emprego?</title>
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Hoje em dia é comum recrutadores fazerem uso das redes de relacionamento na
hora de selecionar candidatos para preenchimento de suas vagas. A Ambev,
por exemplo, usa o Orkut para lançar o programa de trainee e selecionar
os candidatos.

A rede internacional de res­taurantes e lanchonetes Viena presente na maioria
dos shoppings brasileiros, usou o Linkedin, a rede social voltada para a
área profissional, para contratar o seu novo diretor de RH. O detalhe é que
o candidato pode ser de qualquer lugar no mundo.

Se você usa Orkut, Twitter, Facebook, Youtube, Linkedin, aqui vão algumas
dicas na utilização dessas ferramentas:

Mantenha o perfil sempre atualizado e utilize uma foto relacionada a trabalho
e nunca ao lazer. Torne-se seguidor de sites e de profissionais da sua
área e de empresas que atuem no mercado de trabalho de seu interesse.
Ao escrever, não mencione que está com sono, preguiça ou cansado. Não fale
mal do seu emprego, e se falar bem, exponha resultados práticos que ajudaram
na sua carreira. Não participe de comunidades como "Odeio segunda-feira",
"Odeio trabalhar", "Odeio meu chefe" e assim por diante. Colocando o nome
do candidato no Google, as empresas fazem uma pré-avaliação do candidato,
identificam seu perfil, valores e interesses pessoais, analisam se ele é
adequado à cultura e ao ambiente de trabalho.

Por isso, se você está procurando emprego, preste muita atenção com o que
coloca na web, pois as informações são públicas e, dependendo do que é
encontrado nos sites, você pode ser descartado da seleção, antes mesmo de
uma entrevista pessoal.

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<title>E quais as consequências da arrogância...</title>
	<description>
A arrogância não é exclusividade de uma classe econômica ou so­cial, pode
ser encontrada entre ricos e pobres, pessoas cultas e ig­norantes.

**Conflitos**: se você estiver em um relacionamento no qual as discussões
parecem surgir do nada, isso talvez indique que um de vocês dois é
arrogante. Uma pessoa assim, não apenas atrai conflitos, como os causa. Uma
pessoa soberba vê a discordância como uma afronta pessoal e ata­ca quem
discorda dela. Se você percebe que age assim, é hora de refletir sobre o
papel que a arrogância e a presunção desempe­nham na sua atitude e no seu
comportamento.

**Queda**: diante do sucesso o coração se exalta. É quase que uma lei, se está
no alto, cuide para que não caia. Depois de ganhar muito dinheiro em um
projeto, ou depois de uma grande venda, somos seguidos por fracassos
retumbantes. Por que? Porque nossas vitórias nos tornam arrogantes, o que
nos leva aos fracassos subsequentes. Quantas empresas grandes sumiram no
mercado? Quantas famílias tradicionalmente ricas ficaram sem nada do dia
para a noite?

É essencial aprendermos a detectar a presença da arrogância em nós e a lidar
com ela. Um funcionário do Banco Central, especialista em reconhecer
dinheiro falso, falou: "Eu não analiso notas falsas, só analiso as
verdadeiras." Explicou que, conhe­cendo cada centímetro quadrado das notas
de 20, 50 e 100 legítimas, quase sempre podia reconhecer instantaneamente
uma nota falsificada.

O mesmo vale para a arrogância. A melhor maneira de reconhecê-la é
compreender a natureza da verdadei­ra humildade. Ao nos familiarizarmos com
suas características, podemos identificar sua ausência instantaneamente. E,
quando não há humildade, geralmente a arrogância assume o controle.

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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/crescimento-profissional/crescimento-profissional_201111281205.php</link>
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<title>Respondendo primeiro à emoção...</title>
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Um cliente zangado, tenso ou frustrado dificilmente reagirá de forma
construtiva ou sequer será capaz de ouvir um argumento racional.

Quando você desperta uma emoção negativa num cliente, é melhor responder
primeiro ao seu emocional para depois dar a sequência na venda: "Parece que
você ficou um tanto insatisfeito? Eu também me sentiria assim, se entendesse
a situação da maneira como você entendeu?. Ser empático, porém, não
significa necessariamente aceitar a responsabilidade pelos sentimentos da
outra pessoa ou mesmo permitir que esses sentimentos sirvam como base para
uma ação específica.

Lembre-se: seja empático e assertivo. Uma vez que os sentimentos do seu
cliente tenham sido reconhecidos e aceitos, ele pode se sentir mais à
vontade para participar de forma mais efetiva da discussão.

Um ponto importante que vale a pena salientar aqui: muitas vezes os
negociadores usam a raiva ou a intimidação como táticas de barganha.
Conta-se que um investidor muito bem-sucedido, em momentos críticos,
costumava por a mão no bolso buscando as suas "pílulas contra irritação".

Essa tática muitas vezes funciona e faz com que o vendedor, para ganhar
novamente a sua simpatia, faça algumas concessões. Em alguns casos, recuar é
a melhor opção; em outros, ignorar as reações pode ser muito mais eficaz.

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	<link>http://www.Dicas-L.com.br/crescimento-profissional/crescimento-profissional_201111281204.php</link>
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<title>É possível sair da falência?</title>
	<description>
A resposta da Hering é sim! Para sobreviver a uma forte crise, teve que
buscar um novo caminho nos negócios ao se ver impossibilitada de competir
com produtos chineses que invadiam o país.

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