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O Wikigresso - o quarto poder da república 2.0!

Por Carlos Nepomuceno

Data de Publicação: 22 de Julho de 2009

Todo poder corrompe e o poder absoluto corrompe totalmente - Lorde Acton - da minha coleção de frases

Quando inventamos a representação parlamentar, no século XVIII, com a Revolução Francesa, queríamos desintermediar o poder dos reis.

A sociedade não funcionava, era autoritária, não conseguia andar adiante, pois estava emperrada, pois havia no caminho um monarca, escolhido por Deus, com todas as regalias, determinando as leis a seu bel prazer e interesse.

Resgatava-se ali a ideia de democracia grega, mas com representantes escolhidos pelo povo, pois já não dava mais para se tomar as decisões na praça, que ficara pequena para o número de cidadãos.

Surgia o conceito da representação parlamentar e da república, como voz legítima dos representados, o que foi um gigantesco avanço, criado a golpes de guilhotina, baseado principalmente pelas novas ideias que passaram a circular no novo ambiente informacional dinâmico proporcionado pelo livro impresso, a partir de 1450.

Hoje, entretanto, questiona-se o já arcaico modelo da democracia representativa atual, por vários justos motivos:

(De certa forma, eles são os reis hoje, os barões, os condes, a defender apenas seus privilégios, em um retorno similar ao da Revolução Francesa.)

Veja matéria que saiu na Folha no último sábado, na qual Torquato Jardim, ex-ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) critica a auto-regulação do Congresso e aponta o problema, mas sem ainda apontar um "remédio":

Para Torquato Jardim, ex-ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o "direito eleitoral é o único ramo do direito no qual o destinatário da norma de conduta redige a própria norma". "O Congresso é uma assembleia de vencedores. E esses vencedores não vão mudar a regra do jogo para perder o jogo, para não serem reeleitos", diz. Segundo ele, toda vez que a Justiça Eleitoral avança e restringe a ação política, o Congresso muda a lei.

Urge, assim a criação de um novo ambiente democrático que impeça essa prática!

Hoje, em vários países da América Latina discute-se novas formas de representação. Muitos levando adiante a idéia de consulta direta ao povo. Não é o caso aqui, mas o de refletir de como podemos usar a força colaborativa da Internet para dar mais ainda representação aos parlamentares.

Já que com as novas tecnologias hoje disponíveis torna-se viável propor e implantar um quarto poder da república, acima de todos os outros, que complemente o trabalho do atual Congresso, reunindo de novo o cidadão em torno da nova praça pública, agora, virtual para decidir assuntos, principalmente, aqueles em que os parlamentares legislam em causa própria, tais como: salários, número de representantes e a maneira pelas quais os políticos são eleitos, trocamd e partido e exercem seu mandato.

Podendo se estender a outros temas com o avanço da prática, sempre em uma relação de voto direto e discussão com parlamentares, em um Congresso 2.0, em constante evolução.

Sim, claro, com direito a debate, informação e, principalmente, voto popular!

Não, repito, não é um movimento contra a democracia, pelo contrário, é o resgate do ideal da democracia grega, francesa, que hoje está cada vez menos representada no modelo parlamentar atual.

Um quarto poder que possa canalizar melhor aquelas demandas que venham debaixo, para as quais o Congresso muitas vezes se torna opaco, dinamizando as mudanças necessárias para o país não emperrar, como vemos hoje.

Um quarto poder para mudar o que precisa ser mudado, sem a necessidade de se abrir mão da atual representação, mas aprimorando-a constantemente.

Hoje, já há tecnologia suficiente para que o cidadão possa votar de casa, do trabalho, de um cibercafé, com segurança, pois se é possível se ter conta em banco pela Internet, votar é algo extremamente simples e relativamente barato, basta certificar digitalmente os títulos de eleitor.

(Pergunte aos especialistas.)

É imoral, sem dúvida, um poder que se auto-regule!

Assim, podemos começar a estudar seriamente a possibilidade de se criar o Wikigresso na república 2.0, ou qualquer nome que queiram dar, valendo a mesma regra para municípios e estados.

O quarto poder, que nos permitirá sair da sinuca de bico que a revolução francesa nos colocou em um país de quase 200 milhões de habitantes mal representados!

Se concordas, como melhoraria a atual proposta?

Vote na enquete e, se gostar, espalhe a idéia:

A proposta está sendo discutida também no Blog do Luis Nassif. no Webinsider.

Veja a realação completa dos artigos da coluna 10 Anos

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Opinião dos Leitores

Edson Vergilio
02 Ago 2009, 18:54
Por favor, parem de somente apontar fatos, parem de somente reclamar e vamos fazer melhor, vamos convocar e colocar nosso time na rua, vamos mostrar que nós queremos e podemos mudar essa situação. Vamos mostrar que existe uma inversão de princípios e valores, e que nós não estamos de acordo com essa situação. Vamos mostrar que quem está pagando a conta somos nós e por isso somos nós quem mandamos, que somos nós os patrões e não eles. Se nós resolvermos de comum acordo e pararmos de pagar a conta e não nos permitirmos sermos hospedeiros desses vírus (cânceres sociais mesmo), com certeza mataremos todos eles de fome e inanição. Sem dinheiro fácil, se continuarem a querer mordomia terão que trabalhar ou morrerão de fome. TERÃO QUE PAGAREM PELO DIREITO DE EXISTIREM. Como pode Brasília, uma cidade que somente produz trabalho morto ser a cidade com melhor índice de vida do país? O que produz riqueza é trabalho, é produto saindo no final da linha de produção para ser enviado ao mercado (é isso que paga nosso salário). Lá somente se faz reuniões e mais reuniões e resultados que é bom nada; em sua grande maioria são somente trabalhos mortos, coisas inúteis que em nada contribuem para o bem geral e progresso do país e do povo. Por favor, mostrem que vocês tem mesmo coragem (parem com esse blá, bla’,blá improdutivo) usem essa arma poderosa que vocês tem que é a informação barata e abundante e convidem o povo a se insurgir para mudarmos esse estado de coisas. Vamos parar de reclamar e agirmos. Estou a disposição de vocês para colocarmos nosso time na rua. Topam?
Coragem irmãos. Estamos precisando de coragem irmãos. Chega de sermos ‘macacos “interesseiros”, chega de covardia, chega de ficarmos reclamando na frente das telas dos nossos computadores, dentro dos nossos escritórios com ar condicionado. Assim não vamos resolver nada e vamos continuar vivendo sem termos o direito de existir, como verdadeiros parasitas.
Um grande abraço.
Edson Vergilio - Email: vervebr@yahoo.com.br

Ravena Raven
02 Ago 2009, 09:36
O que impediria que a atual 'nobreza' abusasse de um wikigresso?

E quanto a acreditar em um deus como sendo uma das razões dos problemas da sociedade... isso não procede. :] É assegurada a liberdade religiosa, bem como a opção de não se seguir nenhuma religião.

Tendo como base um jogo social massivo online que frequento percebo que a maioria dos eCidadãos não utiliza os recursos disponíveis, nem se importa com quem está no poder ou o que está sendo feito. Sei que esses resultados podem não servir para o Brasil, mas me deixa com a impressão de que nada mudaria se fossem dadas formas de o cidadão 'comum' se manifestar.
Jordan Mariano de Souza Araújo
27 Jul 2009, 09:06
Carlos, acredito na sua intenção de melhoria do sistema, mas como rauzito já dizia: "travando a inutil luta com os galhos sem saber que é lá no tronco que está o coringa do baralho". Meu caro: o problema não é o sistema. O problema são os atores desse melodrama. Por um lado ascenderam ao poder uma corja de pessoas de mau-carater, que apodrecem qualquer iniciativa de melhoria para o povo. Eles sugam e matam esquecendo-se que o parasita morre junto com o hospedeiro. A plebe (ou como queiram O Povo) está catatônico diante da situação, e se refugiam no futebol, na alucinação religiosa, e em outras morfinoses mais. Assim, do seu lado há apenas as moscas. Não existem guerreiros que lutem contra o sistema. É tolice atacar o sistema. O sistema não pensa, não corrompe. Ele é apenas o sistema. As pessoas, ou seja os atores é que são responsáveis pelo mal.Vale a pena relembrar o Célebre Drumond:
"Os inocentes do Leblon
não viram o navio entrar.
Trouxe bailarinas?
trouxe imigrantes?
trouxe um grama de rádio?
Os inocentes, definitivamente inocentes, tudo ignoram,
mas a areia é quente, e há um óleo suave
que eles passam nas costas, e esquecem"
os inocentes do leblon estão por todos os lados, por todas as classes econõmicas, e são a esmagadora maioria.
Carlos Nepomuceno
27 Jul 2009, 07:24
João Silveira, a idéia agora, acredito eu, é de espalhar o conceito pela sociedade, a ajuda é passar para os amigos;

Vejo pelos comentários que todos estamos pra lá de saco cheio, mas acredito que nos falta uma proposta VIÁVEL que possa melhorar essa situação.

O Wikigresso e algumas outras tem a vantagem de ser algo real e possível, não adianta, a meu ver, citarmos mil exemplos de problema, se não tivermos algo na mão que possa mudar isso, alterando o sistema para melhor, concordam?

forte abraço,

Nepô.

João Borges da Silveira
24 Jul 2009, 09:27
É uma ideia muito boa, digna de elogios.
Como seria sua implantação? Teriamos um mediador ou mediadores?
Gostaria de participar mais ativamente deste projeto, da implantação se possivel. Como deve proceder neste sentido?
Abraços.
Jordan Mariano de Souza Araújo
23 Jul 2009, 09:24
Jõao, o caso que seu primeiro comentário fala de uma idéia maravilhosa. Desculpe, mas com isso eu prefiro não concordar, no meu pensamento isso é sombrio, passivel de ser corrompido. Ex: a Empresa-Do-Grande-Satã (m/Y/c/R/o/S/o/F/t) vigia todas as ações praticadas pelo usuário de seu S.O., inclusive o que esses pobres coitados digitam no teclado. Eles tem um spyWare nativo que se chama sysLog. Está claro lá na licença de software quando voce instala o sistema-chibata-no-usuário-maldito (/W/i/d/o/w/s/ /X/P/).
Imagine essa arma na mão do José Sarney?
Ivan: a internet e insegura e obscura aqui, na europa, na america do norte, na lua, em marte e aonde e quando quer que exista algo transportado pelo protocolo TCP/IP.
João Dinaldo kzam Gama
23 Jul 2009, 09:01
Caro Jordan Mariano, concordo em gênero, número e grau com você, não entendi em que colocação minha vc não concorda, mas isso não interessa, o que interessa é onde concordamos, concordo em tudo, vírgula por vírgula, com você. Só acrescento uma pequena historinha, na qual fui um dos participantes. Sou servidor público federal e um dia num bate papo no meu trabalho, em outro órgão, hoje estou alocado, imaginem, na presidência (tô demitido, rsrsrsrs). Mas voltando a historinha. Denuncioas de corrupção, omissão do presidente lula, pizzas, sangue sugas, mensalão, etc... Eu chego no meio da e digo: não acredito, voc~es reclamando da sacanagem do governo, da roubalheira dos políticos? Quem de vocês aqui chega as 8 horas pra trabalhar? Ninguém se pronunciou, claro, ninguém chega as 8 horas pra trabalhar no serviço público (pouquíssimos). Como ninguém se pronuunciou então prossegui: Sabem quando acabaremos com isso? Quando começarmos a mudar dentro de nossos próprios lares, quando passarmoa a cumprir com nossos horários, por que na minha opinião isso tbm é roubo. Os servidores que não cum´prem com seus horários também estão lesando o povo. Detalhe: chego as 7 no trabalho, por que se não for as 7 só consigo chegar as 9 em diante. E por isso não sou bem visto no serviço público. Não sou bem visto por quem não cumpre horário. Por isso Jordan Mariano, concordo com vc.
Ivan Silva
23 Jul 2009, 08:51
Sim, concordo, desde que haja uma melhoria em segurança da informação na internet, pois o que vemos hoje é que é muito obscuro e imaturo o funcionamento da internet em nosso país, o que dá margem para o surgimento de muitos golpes sem a possibilidade de identificar o causador.
Jordan Mariano de Souza Araújo
23 Jul 2009, 08:50
Senhores, é muito cômodo imaginar um quarto poder virtual quando se está perante um computador por oito ou até dezoito horas por dia. Mas senhores, essa parcela da população com acesso a essa maravilhosa engenhoca tecnológica é a mesma parcela que era a nobreza medieval em relação a plebe medival. Assim o poder virtual seria um rei virtual, alimentado por uma nobreza virtual, oprimindo uma plebe real que é a mesma situação que precedeu a Revolução Francesa. Chegariamos mais cedo ou mais tarde a mesma situação calamitosa do século XVIII. Assim, para os famintos e pobres moradores dos suburbios de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, e etc. não vale muito a criação de um novo poder. O que realmente precisamos é de uma plebe consciente que está sendo massacrada tanto por crimes físicos, como políticos, como morais. A plebe não quer reagir a usurpação do seus direitos quanto seres humanos. E nós que estamos acostumados a conviver com esse poder virtual não estamos acostumados a decidir sobre o futuro dessa plebe real, chegamos ai ao impasse que diz: podemos nos transformar nos despotas esclarecidos do futuro. Eu, sinceramente, rejeito isso para mim; me fere a consciência civil e moral. Compactuo com o Marcos Bispo, discordo do João Dinaldo, o marginal da favela é o mesmo que está no congresso a diferença é que um mata com uma UZI o outro mata com um decreto lei, então, ambos são ruins pelo sistema de privilégios criados por uma plebe que se omitiu a reclamar o seu direito à vida, e a dignidade.
Eduardo Buys
23 Jul 2009, 02:46
É uma boa proposta. E, se já prestamos contas à Receita Federal via internet, não creio que haja maior dificuldade para exercer o voto também desta forma. Agora, para um Wikigresso prá valer, ainda haveria muito para se estudar e elaborar. Creio que vale investir tempo e energia no assunto.
E estou disposto à colabaorar, dentro de minhas estreitas possibilidades.
Abraço, Edu
Blog do Varejo / Editor
joão dinaldo kzam gama
22 Jul 2009, 21:30
Marcos Bispo, acho que não é tão simples assim não. Conheço muitas pessoas simples e que são politizadas. Os marginais é por que já tem na sua índole a conduta ruim. O problema é muito mais sério e dificil de resolver. O problema é que a maioria das pessoas pensam que a vida é assim mesmo, que tem que levar vantagem pra se sair numa boa, mesmo que seja pra defender o pão da família, muitas vezes essa é a desculpa: o leite dos filhos. As pessoas acham que DEUS colocou o home na terra e disse: te vira, faz o que for possível pra sobreviver. Muitos nem acreditam em DEUS. As pessoas acham que não existe uma lei de vida que governa o universo. Acham que podem fazer o que quizerem, depois vão morrer e pronto. Depois da morte nada mais existe e eu terei feito tudo o que queria fazer, gosar a vida, beber todas, aí saem por aí pra levar pra cama todas as mulhertes que puderem pra cama e acham que a vida é assim mesmo, tem que ser macho, beber todas, roubar até, pra ter prazer, a vida é curta. ESSE É O PROBLEMA. Seira preciso comerçarmos a pensar da seguinte forma: TUDO O QUE FIZER AO MEU PRÓXIMO ESTAREI FAZENDO A MIM MESMO, A UMA COLETIVIDADE A QUAL PERTENÇO. Aí vai melhorar. Vivemos egoisticamente, pra nós mesmos, e pronto. Era preciso que pessoas de bom coração pertencessem às organizações e começassem a fazer alguma coisa. Por exemplo: onde fica a OAB nestes casos em que o direito básico está sendo infringido constantemente. Agora mesmo o Presidente, na posse de um cara lá no Ministério Público, falando e sendo filmado para todo brasil falou: espero que o MP ao investigar fatos políticos presta atençaõ não só na biografia de quem investiga, mas na de quem está sendo investigado (José Sarney)> PERGUNTO: onde está o MP que não fez com que o presidente refizesse a sua fala e tomasse cuidado com o que fala. Afinal de contas o MP é um poder a parte, não tem que ser partidário de ninguém, apenas da lei. E o presidente tem a cara de pau de falar isso? Nem MP, nem OAB, nem outra organização qualquer que pudesse defender a justiça se pronunciou contra, apenas se calaram.
marcos bispo
22 Jul 2009, 21:12
brasileiro tem que começar a fazer mais do que fala,
trabalhar de verdade e aprender a ser politizado.
num pais que em muitas cidades se trabalha o ano todo
em que funcionario da polícia ganha menos que o moleke
que vende droga na escola,
num país onde milhares de pessoas não se esforçam pra entender o que acontece num todo,mas sabem todos campeonatos de futebol do planeta e se empenham
2 terços do ano pra movimentar uma semana de carnaval,
mas não se empenham em manter o filho na escola....
e votam ainda como seus pais votavam de olhos vendados...


se dez porcento do povo brasileiro fosse a brasilia reclamar
ao memso tempo
poderia fazer com que as coisas mudassem... de verdade.



João Dinaldo Kzam Gama
22 Jul 2009, 18:11
Grande, a tua idéia é maravilhosa, mas é uma idéia que já se tenta concretizar no mundo real e ainda não aconteceu, por que todo o sistema está comprometido. Veja só os fatos que ocorrem hoje. O STF liberta jogadores financeiros donos de bancos, o governo não tacha os bancos e eles são os que mais lucram o sistema financeiro vigente no país, os donos das telecomunicações no país são filhos de políticos. Veja só quantas emissoras de radios am e fm a família do antonio carlos magalhães possui. Isso desde quando tinha quinze anos (tenho 45 hoje), a última foi filho do presidente ser eleito o empresário do ano (sei lá se foi isso, se foi revelação ou se foi esculhambação). Olhe só o grande presidente Lula agora tem um filho que trabalha e é empresário do ramo de telecomunicações. Será que ele não qeuria mesmo a privatização ou estava só fazendo onda pra fazer o filho se tornar dono de uma delas? Veja só quem manda em alagoas, quem manda na bahia, quem manda no maranhão, quem manda no amazonas (o patriarca da faímilia morreu há poucos dias), quem manda no pará (esse tem vários mandantes), quem manda no RS, PR, etc... somos um país de latifundiários políticos. A questão não é mudar mas fazer valer as leis que já vigoram. Os ministérios têm muita conivência com a porcalhada que se transformaram os governos no Brasil, por isso os partidos brigam pelas vagas. Sou servidor público federal, gosto de trabalhar e gosto do que faço. Mas tem muita, muita politicagem, que atrapalha inclusive o servidor público. Tem um projeto de lei que regula a ocupação de cargos de confiança, se não me engano 60% tem que ser ocupados por servidor de carreira, pergunta quantos servidores de carreira ocupam cargos de confiança? Acho que que bem menos que 10%. Por aí vai. A intensão é maravilhosa, se realmente eixstissem instrumentos que nos dessem o poder de controlar esse caras que estão governaqndo aí. Quase ia esquecendo de um fato: O que aconteceu com as assinaturas que a Cristiane Torlone, atriz global, levou ao congresso em defesa da amazônia? Nada, e ela estava cumprindo a lei. O que ela estava propondo teria que ser pelo menos colocado em pauta e ter sido votado, mas.... os politiquinhos, com anuência do governo passaram uma lei que vai acabar com a amazônia. Abraços.
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